“You don’t choose who you fall in love with, do you? And once you do fall in love—that obsessive sort of love, that all-consuming love, where two people can’t stand to be apart from each other for even a moment—how are you supposed to let a love like that pass you by?
“Às vezes eu esqueço de me escutar. Esqueço de parar um pouco na frente do espelho e ter aquele tipo de conversa sinceras olho no olho: “e aí, o que anda acontecendo?”. A gente corre tanto e se dá tanto ao mundo que acaba ficando pra trás. É tão o lado de fora que esquece do lado de dentro. Acontece, é assim mesmo, mas não quer dizer que está tudo bem. Tem gente que não sabe aguentar o silêncio da própria companhia, muito menos encarar o vazio do olhar no espelho, a falta de reflexo. Já pedi a um amigo certa vez: “quando eu chegar nesse ponto, me interna, porque não vale a pena”. E não vale, deixar-se de lado vale tão pouco a pena quanto levar-se a sério demais. Se eu correr demais, principalmente de mim, me interna por aí, porque eu não quero perder os detalhes da calmaria.